Menos splats, a mesma cena
Uma captura recém-saída do treinamento não está otimizada para nada. Ela tem tantas gaussianas quantas o otimizador acabou produzindo, e boa parte delas quase não contribui para o que você vê. Removê-las é a maneira mais eficaz de tornar uma captura utilizável num celular ou numa página web — e, ao contrário da quantização, os splats que sobram ficam intactos.
Três formas de escolher o que sai
Por contribuição é o padrão. Cada splat recebe uma pontuação: opacidade multiplicada pela área da maior seção — um substituto para quanto de tela ele cobre — e as pontuações mais baixas saem primeiro. O detalhe sobrevive; a névoa de fundo vai embora cedo.
Uniformemente mantém um a cada n splats. É cego à importância, mas preserva exatamente a distribuição espacial, o que é a escolha certa para uma captura já uniforme, em que a pontuação por importância esvaziaria uma região e deixaria outra densa.
Por opacidade descarta tudo abaixo de um limite. É o único dos três cujo comportamento você prevê sem executar, o que combina bem com capturas cheias de splats quase invisíveis.
A pontuação por contribuição não tem câmera. Ela aproxima a cobertura de tela em vez de medi-la, então um splat que importa de um ponto de vista e não de outro recebe uma única pontuação. Confira o resultado nos ângulos que interessam a você.
Veja o custo antes de pagá-lo
A contagem alvo e o tamanho que ela implica aparecem enquanto você arrasta o controle: nada é processado até você pedir, porque o tamanho de um arquivo de splats decorre da contagem e do grau dos harmônicos esféricos.
Compare e exporte
As duas vistas compartilham a câmera. Orbite uma e a outra acompanha — a única forma honesta de julgar se 40 % dos splats eram dispensáveis. Exporte como PLY, SPZ, KSPLAT ou SPLAT quando estiver satisfeito.
Tudo roda em um worker em segundo plano nesta página. A captura nunca é enviada.
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